Na noite dessa terça pra quarta, por volta das 02:30hs. e empenhados pela sala de operações da unidade, uma guarnição da Policia militar comparece na Rua Irandir V. Miranda no bairro Ptuzinho, onde segundo denúncia anônima estava acontecendo uma briga em plena na via pública.

Ao chegar no local a guarnição depara-se  com uma pessoa, aparentemente do sexo feminino, caída em cima da calçada da distribuidora de bebidas AM PM.

A policia também avista o autor L.G. C. e 22 anos, vulgo “tigrão”, correndo sentido a praça Júlia Camargos.

De imediato a guarnição sai no seu encalço, tendo logrado êxito em alcançá-lo e dominá-lo ainda na mesma rua.

Neste momento foi notado que o autor estava com as roupas, mãos e pés todos sujos de sangue.

Ao retornar ao local dos fatos a guarnição verifica que a vítima estava inconsciente e respirando com muita dificuldade, estava com o rosto todo desfigurado, com o crânio afundado e aparentemente com exposição de massa encefálica, além de um grande corte no pescoço.

Foi observado que em volta do corpo da vítima havia uma tábua grande, algumas pedras e cacos de garrafa todos sujos de sangue.

Deste modo, imediatamente foi acionado o  o corpo de bombeiros, tendo comparecido ao local e removido  a vítima para o hospital municipal.

Contudo a médica de plantão atestou que a vítima já deu entrada no hospital em óbito, tendo em seguida encaminhado o corpo da vítima para o necrotério para ser examinado pelo médico legista.

Dentro de uma bolsa feminina, que foi encontrada do lado do corpo da vítima, havia os documentos pessoais de Aline Fabrício Costa Batista, documentos que provavelmente seria da vítima de homicídio, entretanto até o presente momento não apareceu nenhum familiar da vítima para fazer o reconhecimento do corpo.

Quando foi indagado sobre os fatos, o autor confessou que tinha cometido o crime e que não tinha agido sozinho, porém não quis entregar os seus comparsas, sendo que a motivação foi porque a vítima estava lhe devendo 03(três) pedras de crack.

Diante dos fatos o autor foi preso e conforme previsto, primeiramente foi encaminhado ao hospital municipal para avaliação médica.

Posteriormente o autor foi encaminhado a esta depol, juntamente com os materiais apreendidos, para que sejam tomadas as demais providências.

 

Diligências continuam com o intuito de descobrir a verdadeira identidade da vítima, bem como identificar e prender os comparsas do autor.

Por Ricardo Soares

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